API de portagens para TMS: orçar, despachar e auditar
Resposta direta: um TMS precisa do custo de portagem em três momentos — ao cotar para o cliente, ao escolher a rota no despacho e ao reconciliar a fatura do operador. Os três usam a mesma API de portagens; muda apenas o momento e a precisão.
Pontos de integração
- Pre-billing: cote com waypoints e perfil padrão da unidade via endpoint de custos; guarde como estimativa.
- Despacho: envie cada polyline candidata ao endpoint de portagens e compare o custo real, não só os km; desvios gratuitos frequentemente ganham.
- Post-auditing: recalcule com a geometria realmente percorrida (GPS/tacógrafo) e compare a fatura segmento a segmento.
Requisitos
Perfil por matrícula (eixos, massa, classe EURO, transponder), enrutador de pesados que produza polylines e política de arredondamento: uma estimativa não é preço firme sem revalidação próxima da data.
Valores ilustrativos; só consultas em tempo real.
Perguntas frequentes
A API substitui o módulo de costing do TMS?
Não, alimenta-o: portagem, combustível e condutor vêm da API; margem e restantes conceitos ficam no TMS.
Em que momentos o TMS deve chamar a API?
Na cotação (waypoints), no despacho (polylines candidatas) e na reconciliação da fatura (geometria real).
O que guardar por consulta?
Valor, detalhe por segmento, perfil, geometria e data/hora; sem isto não justifica a estimativa na auditoria.