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API de portagens para TMS: orçar, despachar e auditar rotas

Três pontos de integração de uma API de portagens num sistema de gestão de transporte: cotação prévia, decisão de rota no despacho e auditoria pós-fatura.

Por Jorge Parada, CTO de Cargoffer

API de portagens para TMS: orçar, despachar e auditar

Resposta direta: um TMS precisa do custo de portagem em três momentos — ao cotar para o cliente, ao escolher a rota no despacho e ao reconciliar a fatura do operador. Os três usam a mesma API de portagens; muda apenas o momento e a precisão.

Pontos de integração

  1. Pre-billing: cote com waypoints e perfil padrão da unidade via endpoint de custos; guarde como estimativa.
  2. Despacho: envie cada polyline candidata ao endpoint de portagens e compare o custo real, não só os km; desvios gratuitos frequentemente ganham.
  3. Post-auditing: recalcule com a geometria realmente percorrida (GPS/tacógrafo) e compare a fatura segmento a segmento.

Requisitos

Perfil por matrícula (eixos, massa, classe EURO, transponder), enrutador de pesados que produza polylines e política de arredondamento: uma estimativa não é preço firme sem revalidação próxima da data.

Valores ilustrativos; só consultas em tempo real.

Perguntas frequentes

A API substitui o módulo de costing do TMS?
Não, alimenta-o: portagem, combustível e condutor vêm da API; margem e restantes conceitos ficam no TMS.
Em que momentos o TMS deve chamar a API?
Na cotação (waypoints), no despacho (polylines candidatas) e na reconciliação da fatura (geometria real).
O que guardar por consulta?
Valor, detalhe por segmento, perfil, geometria e data/hora; sem isto não justifica a estimativa na auditoria.

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